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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Música , Teatro e Eventos culturais

Música
Orquestra XXI


Recomeço da Gulbenkian Música
Setembro traz de volta a música ao Grande Auditório com o recomeço da Gulbenkian Música. À semelhança do ano passado, o primeiro concerto, no dia 4 de Setembro, fica a cargo da Orquestra XXI, formada por músicos portugueses a estudar ou a tocar no estrangeiro e liderada por Dinis Sousa. O projecto foi vencedor do prémio Faz-Ideias de Origem Portuguesa. 
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Exposições
António Ole
A partir de 17 de Setembro
Museu Calouste Gulbenkian - Colecção Moderna
Luanda, Los Angeles, Lisboa é o título da exposição que a Colecção Moderna do Museu Calouste Gulbenkian apresenta a partir de 17 de Setembro. Nascido em Luanda, cidade que muito influenciou o seu percurso artístico, António Ole assume também a importância de Los Angeles e Lisboa na concepção das suas obras. Esta exposição apresenta pintura, desenho, escultura, colagem, instalação, fotografia e filmes produzidos ao longo de várias décadas.


I Festival de Contos do Mundo
Quando em Beja cabem todas as palavras do mundo | Quando as palavras chegam a Beja vindas de toda a parte
Mais de trinta artistas, músicos e contadores de histórias, de dez nacionalidades, estarão em Beja entre os dias 24 e 28 de agosto, numa programação dedicada à arte de contar histórias que invade a cidade e arredores. Mais de cinquenta sessões de contos, espetáculos de teatro e de música ao longo de cinco dias bem preenchidos.
Na primeira edição O Festival de Contos do Mundo terá o coração no Jardim Público e no Centro Histórico, desdobrando-se pelas freguesias rurais – com os Contos d’Ir Ò Fresco – e levando ainda os contos a lares e centros de dia.
O Festival traz, pela mão de contadores de histórias, artistas e músicos do mundo, palavras e sonoridades que nos surpreendem pela semelhança ou pela diferença, que nos falam de outros lugares e de outros sonhos nos quais somos capazes de nos rever na diversidade. São imaginários que nos chegam de Portugal, de Espanha, de Itália, de Marrocos, do Mali, de São Tomé, de Cuba, da Argentina, do Brasil e do Japão e que prometem
Entre muitas outras atividades, a programação propõe, nos fins de tarde, sessões de contos e espetáculos dirigidos a públicos de todas as idades pelas sombras e recantos do Jardim Público. Entre uma atividade e outra, é possível visitar as instalações/exposições e o Mercado Andarilho, com artesãos e livreiros.
Para as noites frescas do festival, a programação propõe a cumplicidade das sessões de contos passadas na companhia dos contadores de histórias que chegam de toda a parte. Entre as muitas sessões que nos vão aconchegar durante as noites do festival, destacam-se: as palavras de Manuel Garrido e a música da kora de Ibrahim Diabaté, que nos trazem uma grande epopeia mandinga na noite do dia 24; o passeio do Coro dos Sonhadores – desde o Castelo até o Jardim Público onde terminaremos a noite de 25 em roda com Estes contos que nos unem; as histórias berberes de Mohamed M. Hammu; a delicadeza das histórias com objetos do espanhol Rodorín na noite de 26; o encontro das tradições portuguesa, brasileira, cubana, são tomense e japonesa pela mão de Vitor Fernandes, António Fontinha, José Mauro Brant, Cláudia Fonseca, Corália Rodriguez, Ângelo Torres e Yoshi Hioki, a partir de 24 de Agosto.
A programação propõe ainda experiências artísticas que cruzam muitas linguagens e olhares como é o caso de Pasta e Basta – Um mambo italiano, espetáculo de Giacomo Scalisi e em co-criação com Miguel Fragata e Afonso Cruz que se apresenta nos dias 25, 26 e 27 e que estreia em Beja, no dia 28, uma versão para os mais novos, numa sessão especial para crianças a partir dos 3 anos.
As apresentações de livros, de projetos, os espetáculos de poesia, as pequenas exposições e instalações convidam a circular entre o Teatro Pax Julia, a Biblioteca e o Jardim, na procura destas vozes e destas histórias.
O Festival de Contos do Mundo encerra a 28 de Agosto com duas vozes de forte identidade: as histórias de Jorge Serafim e as músicas de Celina da Piedade, num serão de domingo, já quase a cheirar a fim de férias, mas remoçados com tantas vozes, histórias e sonoridades.
Uma iniciativa da Câmara Municipal de Beja co-financiada pelo Alentejo 2020 através do FEDER.
Datas: de 24 a 28 de agosto.
Locais: Jardim Público, Teatro Pax Julia e outros espaços da cidade.
Organização: Câmara Municipal de Beja.
Co-Financiamento: Alentejo 2020 | FEDER

EUROPA, EUROPA! TEATRO & JANTAR EM SINTRA
O FUTURO DA EUROPA NUMA QUINTA RENASCENTISTA DO SÉCULO XVI
Europa, Europa!, de Miguel Real e Filomena Oliveira, é um espectáculo de teatro com componente multimédia e legendas em inglês
Estreia dia 02 de Setembro 2016 na Quinta da Ribafria em Sintra pela ÉTER – PRODUÇÃO CULTURAL, em parceria com a Câmara Municipal de Sintra.
INFORMAÇÕES GERAIS
Datas de Apresentação do Espectáculo: 2, 3, 4, 9, 10 e 11 de Setembro, às 21:30
Local: Quinta da Ribafria – Estrada da Várzea, 2710-403 – SINTRA
Preço de Entrada: 12,00€
Desconto 2€: Menores de 18, maiores de 65, Grupos de 10 ou pessoas.
Bilheteira: Sob Reserva, através de 929 130 721 e book@virtualeter.com
Pré-venda Online: Ticketline, Odisseias, Lifecooler
No Local, abre às 20h00
Datas Do Jantar Solidário: 2,3,9,10 de Setembro, às 20h00
Valor do Jantar: 8,00€ (este valor reverte a favor da Campanha NO NA VIVI que apoia o desenvolvimento de 10 Jardins de Infância na Guiné Bissau).
Jantar apenas sob reserva através do telefone 929 130 721 e do email book@virtualeter.com
Transporte Gratuito sob reserva e conforme disponibilidade, através do telefone 929 130 721 e do email book@virtualeter.com

BREVE SINOPSE - Onde vais? Quem és tu? Que futuro, Europa?
Um casal com um bebé, vindo de um país em guerra, viaja num barco pneumático rumo à Europa. Em simultâneo vivem-se situações reveladoras do estado atual da sociedade europeia.
Atores, imagens vídeo, música, orgânica sonora e luz criam, numa quinta renascentista do século XVI, uma visão da Europa no tempo presente. Inspirado nos 12 trabalhos de Hércules, 12 são os desafios que se colocam hoje à Europa para sobreviver como civilização.

APRESENTAÇÃO
Europa, Europa! explora esteticamente o actual estado civilizacional da Europa, com base na unidade dramaturgica do mito grego dos 12 trabalhos que Hércules teve de vencer para conquistar a imortalidade. Assim, também a Europa (representada por uma jovem com o nome "Europa") terá de vencer os seus pecados civilizacionais (riqueza financeira especulativa, perversão ambiental, violência urbana de origem étnica ou religiosa, individualismo feroz, consumismo, ausência de valores éticos firmes, tecnocracia impiedosa ou domínio desumano da tecnologia, desigualdades sociais, ausência de recursos naturais...) para conseguir a construção de uma unidade europeia futura realizável, porventura a maior das utopias do século XXI. Ou seja, uma nova Europa segundo o horizonte de uma sociedade assente nos direitos humanos, nos direitos ambientais e na dignidade da pessoa humana e, à semelhança do passado, como o grande continente da inquietação filosófica, da investigação científica e da criação estética.
Para informações adicionais consultar
etercultural.com
Para mais informações contacte
ÉTER
Av. dos Bombeiros Voluntários, 39
2705-180 COLARES
T. 929 130 721
E. book@virtualeter.com

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A Essência de Madredeus

Beatriz Nunes é a nova voz dos Madredeus que surge em "Essência", o  último e  novo registo do grupo  que acaba de ser  lançado.
Com "Essência" os Madredeus  preparam-se para festejar os seus 25 anos. São novas versões de 13 temas seleccionados entre as quase duas centenas que fazem parte do repertório da banda.
Teresa Salgueiro, assim como a maior parte dos músicos da formação original, deram entretanto lugar a novos elementos, entre os quais se destaca Beatriz Nunes, a nova vocalista em estreia neste disco de 13 faixas.
À guitarra clássica de Pedro Ayres de Magalhães e aos sintetizadores de Carlos Maria Trindade juntam-se agora as cordas de Varrecoso e de António Figueiredo e Luís Clode.
"Jorge Varrecoso, violista da Orquestra do São Carlos que também  integra a nova formação do Madredeus, terá dado o primeiro passo na direcção desta 'Essência' quando propôs a Pedro Ayres que se vestisse o repertório clássico deste ensemble com novos arranjos. Primeiramente para um novo espectáculo, que depois desembocou naturalmente neste novo registo", refere o texto de apresentação. Fonte Expresso
Madredeus com a  voz de Beatriz Nunes em " Estrada da Montanha" do álbum " Essência"

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Revolução dos Cravos - Grândola, Vila Morena

A voz de Amália na emblemática canção de Zeca Afonso, " Grândola , Vila Morena", ilustrando o registo documental do 25 de Abril de 1974.
Longe estamos desse dia, mas celebrá-lo é urgente nestes dias incertos,  em que muitas das esperanças de Abril ainda estão por realizar.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

"Lady Antebellum" , Grammy de música country

 O grupo norte-americano de country-pop Lady Antebellum foi o grande vencedor da 53.ª edição dos Grammy Awards, realizada em Los Angeles, Califórnia..
Os Lady Antebellum, um trio originário de Nashville, Tennessee, saíram do Staples Center com cinco prémios: melhor "single", melhor música do ano, "Need you now", melhor grupo de country, melhor música country e melhor álbum country com "Need you now". O grupo, formado em 2006, reúne Charles Kelly, Dave Haywood e Hillary Scott, e conta com dois álbuns na sua discografia, "Lady Antebellum" e "Need you now".DN, Artes
Ler mais em :Ladies em destaque na noite dos Grammys

Lady Antebellum em "Need You Now."




Need you Now
Picture perfect memories,
Scattered all around the floor.
Reaching for the phone cause, I cant fight it anymore.
And I wonder if I ever cross your mind.
For me it happens all the time.

Its a quarter after one, Im all alone and I need you now.
Said I wouldn't call, but I lost all control and I need you now.
And I dont know how I can do without, I just need you now.

Another shot of whiskey, cant stop looking at the door.
Wishing you'd come sweeping in the way you did before.
And I wonder if I ever cross your mind.
For me it happens all the time.

Its a quarter after one, Im a little drunk,
And I need you now.
Said I wouldnt call but I lost all control and I need you now.
And I dont know how I can do without, I just need you now.

Yes Id rather hurt than feel nothing at all.
Its a quarter after one, Im all alone and I need you now.
And I said I wouldnt call but Im a little drunk and I need you now.
And I dont know how I can do without, I just need you now.
I just need you now.
Oh baby I need you now.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Ao Domingo há música

Porque hoje é Domingo saboreie o prazer de (re)escutar Música Portuguesa.
A magia na voz maior de Dulce Pontes, uma das cantoras mais talentosas de Portugal, em Ondeia (Água). Esta canção tem letra e música de Dulce Pontes e  faz parte do Álbum " O primeiro Canto" de 1999.



Ana Moura, outra grande voz portuguesa, em " O que foi que aconteceu" do Álbum " Aconteceu" de 2004.
Afinal , também se pode sonhar em português.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A banda sonora de "África Minha" perdeu o seu criador

John Barry, o compositor catapultado para a fama através do sucesso de James Bond , morreu Domingo, 30 de Janeiro, aos 77 anos. Foi um extraordinário compositor de  bandas sonoras de filmes que ficaram na memória cinematográfica mundial.
A obra musical  de John Barry inclui a composição de 11 bandas sonoras para os filmes de 007. O trabalho que desenvolveu imprimiu uma identidade sonora  à personagem de Ian Flemming (1908-1964), mas não foi com essa obra que foi premiado.Barry conquistou cinco Óscares, dois com Uma Leoa Chamada Elsa (1966), e os restantes com The Lion in Winter (1968), África Minha (1985) e Danças com Lobos (1990). Este último deu-lhe o seu único Grammy. The Lion in Winter valeu-lhe ainda um BAFTA (o segundo, em 2009, foi honorário).
Numa das entrevistas que concedeu ao longo da sua vida confessou: “Foi bom desenvolver a composição sonora dos filmes do 007 porque foi muito comercial e ao mesmo tempo ter filmes menores, que foram artisticamente mais interessantes de fazer."
Estava casado com Ulla Larsson desde 1978, embora se tenta divorciado  três vezes, uma das quais de Jane Birkin (1965-68), com quem teve uma filha, a fotógrafa Kate Barry.
Hoje, recordamos a excelente banda sonora do filme "África Minha".

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O génio de Chopin por Chopin

Um estudo divulgado na publicação científica "Medical Humanities" mostra que o compositor Frédéric Chopin pode ter sofrido de epilepsia. Neste estudo elaborado por cientistas espanhóis concluiu-se  que o compositor Frédéric Chopin (1810- 1849), que sofreu de alucinações visuais durante toda a vida, tinha provavelmente epilepsia, assinala a BBC.  O género e frequência de alucinações que o compositor apresentava é muito frequente em doentes com epilepsia do lobo temporal.
Estudos anteriores atribuíram os surtos de melancolia do compositor a uma doença bipolar e depressão.
Uma das histórias envolvendo Chopin e as suas alucinações aconteceu durante uma apresentação  num salão privado em Inglaterra, no ano de 1848. O compositor  deixou o recinto, dizendo ter visto criaturas saindo do piano. O episódio é confirmado pelo crítico musical do "Manchester Guardian", nome anterior do jornal britânico "The Guardian".
Alucinações são comuns em muitas doenças psiquiátricas como a esquizofrenia, mas são compostas normalmente por vozes. No caso de Chopin, a associação com a epilepsia é comentada no artigo como difícil de ser feita pelos médicos à época do compositor, já que havia pouco conhecimento sobre a doença.
A saúde de Chopin não era forte. Uma doença crónica no pulmão teria levado o artista à morte com apenas 39 anos. Especialistas defendem a possibilidade do compositor ter desenvolvido fibrose cística, uma doença que afecta o sistema respiratório. O diagnóstico é baseado no histórico familiar do artista.
Chopin ficou conhecido como sendo um artista frágil e sensível e tornou-se um dos maiores símbolos do romantismo.( Imprensa escrita).
Mas o génio de Chopin apenas se define em Chopin. Comprovemo-lo, escutando a interpretação  talentosa de Maria João Pires ao piano, em "Nocturno n.º 1 em Si bemol menor, op. 9 n.º 1" desse grande  Frédéric Chopin.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

"Vissi d'arte", a música em lamento

Angela Gheorghiu  interpretando magistralmente  a aria  "Vissi d'arte" da ópera "Tosca" de Giacomo Puccini que estreou em Roma, a 14 de Janeiro de 1900. É uma ópera em 3 actos com libreto de Luigi Illica e Giuseppe Giacosa.
Esta aria pertence ao II Acto quando Floria Tosca ( cantora de ópera) é  assediada por Scarpia ( Chefe da Polícia de Roma) que pretende saber o paradeiro do prisioneiro político Cesare Angelotti (ex-cônsul, ) que  se evadira da prisão. Scarpia ordena a tortura de  Mario Cavaradossi ( pintor), amante de Tosca,  porque ambos  conhecem Angelotti. Esta escuta os gritos do seu  amante, não resiste e confessa. Após ter visto Mario violentado  e quando já fora retirado para ser executado, Tosca rejeita as invectivas de  Scarpia e destroçada  canta Vissi d'arte, vissi d'amore (Eu vivi para a arte, eu vivi para o amor). Um cântico dramático e densamente emotivo que se impõe como um dos momentos mais belos desta ópera.



"Vissi d'arte"

Vissi d’arte, vissi d’amore,
non feci mai male ad anima viva!
Con man furtiva
quante miserie conobbi aiutai.
Sempre con fè sincera
la mia preghiera
ai santi tabernacoli salì.
Sempre con fè sincera
diedi fiori agl’altar.
Nell’ora del dolore
perché, perché, Signore,
perché me ne rimuneri così?
Diedi gioielli della Madonna al manto,
e diedi il canto agli astri, al ciel,
che ne ridean più belli.
Nell’ora del dolor
perché, perché, Signor,
ah, perché me ne rimuneri così?

domingo, 22 de agosto de 2010

Música para (re)ouvir num Domingo de Verão


"Vivo per lei" por Andrea Bocelli e Laura Pausini. A excelência de Bocelli aliada à perfeição de Pausini.


Damien Rice em "The Blower's Daughter". Uma voz suave e melódica com sonoridades diferentes.



"The Blowers Daughter"

And so it is
Just like you said it would be
Life goes easy on me
Most of the time
And so it is
The shorter story
No love, no glory
No hero in her sky

I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes...

And so it is
Just like you said it should be
We'll both forget the breeze
Most of the time
And so it is
The colder water
The blower's daughter
The pupil in denial

I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes...

Did I say that I loathe you?
Did I say that I want to
Leave it all behind?

I can't take my mind off of you
I can't take my mind off you
I can't take my mind off of you
I can't take my mind off you
I can't take my mind off you
I can't take my mind...
My mind...my mind...
Till I find somebody new

domingo, 8 de agosto de 2010

Para ouvir neste Domingo

A mítica canção "Blowin' In The Wind" e "Bad Moon Rising" na voz grave de um grande cantor, Bruce Springsteen.