sábado, 16 de dezembro de 2017

A Sagrada Família de Gaudí


La tecnología que está ayudando a concluir la Sagrada Familia
Por Maruxa Ruiz del Árbol | 12-12-2017
La tecnología que está ayudando a concluir la Sagrada Familia 
Jordi Faulí / David Puig
Arquitectos Sagrada Familia

Antoni Gaudí no requiere presentaciones. El catalán es uno de los arquitectos más populares de la historia, unánimente reconocido como un visionario, de genialidad arrebatada, precoz en sus logros y enorme en sus ambiciones. Todo en él resulta excesivo: desde su fama de juventud hasta su muerte de película atropellado por un tranvía en la Gran Vía de las Cortes Catalanas de Barcelona. Siete de sus obras están hoy consideradas Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO, pero sin duda la más famosa, la que más visitantes atrae, es su gran proyecto inacabado, el templo de la Sagrada Familia de Barcelona. Según datos de la Junta Constructora, más de cuatro millones y medio de personas accedieron al edificio el año pasado, aunque el ayuntamiento calcula que hasta 20 millones se acercaron para admirarlo desde el exterior.
Alrededor de la personalidad superlativa de Gaudí, al igual que ocurre con las figuras de otros grandes creadores, se levantan multitud de mitos e historias. Dotado de gran talento, de él se cuenta que era capaz de imaginar sus edificios por completo sin necesidad de plasmarlos primero en planos, aunque le gustaba trabajar con maquetas. En su estilo, ahora inconfundible e imitado, mezclaba las formas de la naturaleza con la perfección técnica, bebiendo de innumerables influencias anteriores para alumbrar obras eclécticas y únicas.
Gaudí aceptó el encargo de terminar la Sagrada Familia en 1883 cuando tenía 31 años (la primera piedra del templo se había colocado el 19 de marzo de 1882, pero el arquitecto original renunció al trabajo) y esperaba acabarla en un plazo razonable, a pesar de la grandiosidad que sus ideas iban imprimiendo a la basílica. Murió sin verla terminada. Durante 43 años dedicó gran parte de sus energías a esta obra, los últimos 15 de su vida lo hizo de forma exclusiva sin aceptar otros encargos. Aunque los andamios y las obras intermitentes se llegaron a convertir en una parte importante del mito del templo, hoy es posible poner fecha tentativa de finalización de las obras gracias a las nuevas tecnologías. Para ello los arquitectos encargados de llevar a término el sueño de Gaudí utilizan en su trabajo software de ingeniería aeronáutica, impresoras 3D e incluso recreaciones de realidad virtual. Y están convencidos de que el artista catalán -que ya fue un innovador en técnicas de construcción- estaría feliz de ver tanta tecnología aplicada en su proyecto.
El 1 de marzo de 1886 Josep María Bocabella, editor y filántropo, impulsor de la construcción de la basílica, se dirigió a los fieles para tranquilizarles por lo que muchos temían iba a ser una obra eterna: “Todos vosotros, queridos hermanos, estáis ansiosos de ver concluido el Templo expiatorio de la Sagrada Familia, y hasta algunos os habéis quejado porque se hacía tan grandioso, que sería obra de un siglo. A fin de tranquilizaros, (…) el Director de la obra, para satisfacer vuestros deseos, se compromete a dejar el templo concluido a los diez años, con tal de que no vengan sucesos o circunstancias extraordinarias, y se recauden unos seis mil duros mensuales”. Si todo va según lo previsto, el piadoso Bocabella sólo habrá errado en sus cálculos 130 años, porque gracias a las nuevas tecnologías las obras podrán estar terminadas exactamente un siglo después de la muerte de Gaudí. Pero, qué son los años humanos si los comparamos con la eternidad divina… como bromea Jordi Faulí, el arquitecto director de la Sagrada Familia: “Gaudí una vez dijo que su cliente no tiene prisa. Y es verdad”. Edición: Maruxa Ruiz del Árbol | David Giraldo, Texto: José L. Álvarez Cedena, El País

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

O Lobo

O Lobo

"Nunca houvera um inverno tão frio e comprido nas montanhas francesas. Havia semanas que o ar estava límpido, áspero e frio. Durante o dia, os grandes e inclinados mantos de neve, de um branco baço, estendiam-se infinitamente por baixo do céu azul ofuscante; de noite, a Lua passava, pequena e clara, por cima deles, uma Lua terrível a indicar geada com o seu  brilho amarelo, cuja luz forte se tomava azul e sombria em cima da neve, assemelhando-se à própria geada. Os homens evitavam todos os caminhos e particularmente as altitudes; indolentes, soltavam injúrias nas cabanas da aldeia cujas janelas, vermelhas à noite, pareciam, ao lado da luz azul da Lua, revestidas de uma opacidade fumarenta e  rapidamente se apagavam.
Era um tempo difícil para os animais da região. Os mais pequenos morriam de frio, e mesmo os pássaros sucumbiam à geada, os seus cadáveres franzinos eram presa de lobos e açores. Poucas famílias de lobos ali viviam, e a necessidade impeliu-as a formar sociedades mais firmes. De dia saíam individualmente. Aqui e acolá passava um sobre a neve, magro, esfomeado e alerta, silencioso e acanhado, como um fantasma. A sua sombra estreita deslizava a seu lado, sobre a superfície da neve. Farejando, esticava o focinho bicudo na direcção do vento, e, por vezes, soltava um uivo seco e angustiado. Mas à noite saíam todos em conjunto e circundavam as aldeias soltando gritos roucos. Ali, o gado e as aves encontravam-se bem guardados e, atrás das fortes portadas, as espingardas estavam em posição. Só muito raramente lhes calhava uma pequena presa como um cão, e dois da sua alcateia já tinham sido mortos a tiro.
A geada ainda perdurava. Muitas vezes os lobos permaneciam aninhados, silenciosamente, aquecendo-se uns aos outros e perscrutando angustiados o ermo morto; até que um deles, atormentado pelos terríveis sofrimentos da fome, saltava de repente soltando um bramido horripilante. Então, todos os outros viravam o focinho na sua direcção, tremiam e deixavam escapar um grito terrível, ameaçador e clamoroso.
Finalmente, a parte mais pequena da alcateia decidiu emigrar. Cedo, de manhã, deixaram os seus covis, juntaram-se e farejaram excitados e cheios de medo o ar gelado. Abalaram então, num trote rápido e regular. Os que ficaram ainda os perseguiam com olhos dilatados e vidrados, trotaram alguns passos atrás deles e voltaram devagar para as suas covas vazias.
Os emigrantes separaram-se ao meio-dia. Três deles dirigiram-se para o Jura suíço a leste, os outros rumaram ao sul. Os primeiros três eram animais belos e fortes, mas terrivelmente emagrecidos. A sua barriga clara estava chupada e era estreita como uma correia; no peito, as costelas sobressaíam deploravelmente, tinham as bocas secas e os olhos dilatados e desesperados. Os três conseguiram entrar no Jura profundo. No segundo dia, apresaram um carneiro, no terceiro, um cão e um potro e acabaram por ser furiosamente perseguidos, por todo o lado, pelos camponeses. Na região, rica em aldeias e cidades, espalhou-se o terror e o medo perante os insólitos intrusos. Os trenós do correio foram armados, ninguém ia sem espingarda de uma aldeia à outra. Nesta região forasteira, após um saque tão bom, os três animais sentiam-se muito bem. mas ao mesmo tempo com medo; tornaram-se mais atrevidos do que alguma vez o tinham sido em casa em pleno dia, penetraram no estábulo de uma granja. Mugidos de vaca, o estalar de barreiras de madeira a lascar, o patear de cascos e uma respiração quente e sequiosa encheram o espaço apertado e quente. Mas desta vez houve intervenção humana. Dois deles foram abatidos, o pescoço de um foi atravessado por um tiro de espingarda, o outro foi chacinado com um machado. O terceiro escapou e correu, até cair meio morto na neve. Era o mais novo e mais belo dos lobos, um animal orgulhoso de urna força poderosa e formas ágeis. Arfando, ficou deitado durante muito tempo. Frente aos seus olhos giravam círculos vermelhos de sangue.
Por vezes, soltava um gemido silvante e doloroso. Fora atingido nas costas por um golpe de machado. Mas recuperou e conseguiu levantar-se novamente. Só agora se apercebia da grande distância que correra. Não se viam homens nem casas em parte alguma. Mesmo à sua frente ficava uma montanha imponente e cheia de neve. Era o Chasseral. Decidiu torneá-lo. Como a sede o atormentava, comeu bocadinhos da crosta gelada e dura da superfície da neve.
Do outro lado da montanha deparou imediatamente com uma aldeia. O fim do dia estava a aproximar-se. Esperou num denso bosque de abetos. Então colou-se cautelosamente às cercas dos jardins, seguindo o cheiro dos estábulos quentes. Não havia ninguém na rua. Tímido e cobiçoso, pestanejava entre as casas. Soou um tiro. Esticou a cabeça e alongou o passo para correr, quando se ouviu o segundo tiro. Foi atingido. Um dos lados do seu abdómen esbranquiçado estava manchado do sangue, que corria em gotas grossas e viscosas. Mesmo assim conseguiu escapar, em grandes saltos, e alcançar o bosque do outro lado da montanha. Ali esperou um momento, escutando, e ouviu vozes e passos vindos de duas direcções. Cheio de medo, olhou montanha acima. Era íngreme, arborizada e penosa para subir. Mas não teve outra escolha. Com o fôlego arquejante, escalou a parede alcantilada, e, lá em baixo,á volta da montanha, estendia-se uma confusão de injúrias, ordens e luzes de lanternas. Tremendo, o lobo ferido subiu o bosque de abetos meio escurecido, enquanto o sangue castanho corria lentamente do seu flanco.
O frio abrandara. A oeste, o céu estava enevoado e parecia prometer um nevão.
Finalmente, o animal esgotado alcançou o cume. Encontrava-se agora num grande campo de neve ligeiramente inclinado, perto de Mont Crossin, muito acima da aldeia de que escapara. Não sentia fome, mas sim a dor indistinta e persistente da sua ferida. O seu focinho descaído emitiu um latido baixinho e doentio e o seu coração bateu pesada e dolorosamente, sentindo passar sobre ele a mão da morte como um peso indescritível. Um abeto solitário de largos ramos atraiu-o; ali se sentou e fitou melancolicamente a noite cinzenta de neve. Passou meia hora. Caía agora uma luz vermelho-pálida sobre a neve, estranha e suave.
O lobo levantou-se, gemendo, e virou a sua bela cabeça para a luz. Era a Lua, gigante e vermelha de sangue, que nascia a sudeste e subia lentamente pelo horizonte enevoado. Há semanas que não era tão grande e vermelha. Tristemente, o olho do animal desfalecido fixou o disco baço da Lua, e, mais uma vez, um fraco uivo rompeu penosa e silenciosamente na noite. Seguiram-se então luzes e passos. Camponeses com sobretudos fortes, caçadores e rapazes jovens com gorros de peles e grosseiras polainas passavam pesadamente pela neve. Soaram gritos de júbilo. O lobo moribundo fora descoberto, dispararam dois tiros sobre ele e ambos falharam. Então viram que já estava prestes a morrer caíram-lhe em cima com paus e cacetes. Ele ja não sentiu nada.
De membros quebrados, carregaram-no montanha abaixo até St. Immer. Riam-se, gabavam-se, já se deliciavam com a aguardente e o café, cantavam e praguejavam. Ninguém reparou na beleza da floresta coberta de neve, nem no brilho do planalto, nem na Lua vermelha pendurada por cima do Chassera, cuja fraca luz se quebrava nos canos das espingardas, nos cristais de neve e nos olhos mortiços do lobo abatido."
Hermann Hesse, in As Mais Belas Histórias 1903, Casa das Letras

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

O nosso planeta TERRA

"A Cimeira Um Planeta, realizada em Paris, transformou-se numa ocasião para os actores económicos e financeiros anunciarem compromissos contra o aquecimento global como o abandono das energias fósseis e pressão sobre as empresas para se tornarem “verdes”. O Banco Mundial anunciou que após 2019 vai deixar de financiar a exploração de petróleo e gás. É o primeiro banco multilateral a adoptar semelhante compromisso neste sector.
No total, 237 empresas decidiram por em prática as recomendações de um grupo de trabalho do G20 para melhorarem o seu comportamento ambiental, perante o risco climático da sua actividade. Entre elas, 20 dos mais importantes bancos do mundo e 80% de gestoras de activos.
Outra iniciativa foi posta em marcha pelos responsáveis de 225 fundos de investimento de todo o mundo, que vão pressionar as 100 empresas mais poluentes a reduzirem as suas emissões e a avançarem para a transição energética.
As entidades que lançam a iniciativa "Climate Action 100+" gerem activos no valor de 26,3 biliões de dólares (cerca de 22,4 biliões de euros) e apresentaram o seu compromisso durante a Cimeira Um Planeta (One Planet Summit), promovida pelo Presidente francês, Emmanuel Macron. A cimeira contou com a presença de cerca de 50 chefes de Estado e de Governo, incluindo o primeiro-ministro português António Costa, além do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e do presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim.
A estratégia da "Climate Action 100+" é para os próximos cinco anos e prevê a publicação anual de uma informação com os avanços do grupo de empresas em questão, como a petrolífera francesa Total, a energética espanhola Gas Natural SDG e os fabricantes de automóveis Fiat e Volvo."

Num tempo em que se debate a salvação do Planeta, há quem registe algumas das belas faces  que   compõem este  planeta chamado  Terra e que se tem como nosso.

Richard Sidey,  em Expedition Photography   por  South Georgia, Falkland Islands, Antarctica, Svalbard, Greenland, Iceland e New Zealand.
Filmado com  Canon 5D Mark II e GoPro Hero HD.
Música de Ludovico Einaudi: Divenire.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Citando

"Importuna coisa é a felicidade alheia quando somos vítima de algum infortúnio."
                                       Machado de Assis
"As pessoas comuns pensam apenas como passar o tempo. Uma pessoa inteligente tenta usar o tempo."
                                        Arthur Schopenhauer 
"ORDINARIAMENTE todos os ministros são inteligentes, escrevem bem, discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém são nulos a resolver crises. Não têm a austeridade, nem a conceção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o ESTADISTA. É assim que há muito tempo em Portugal, são regidos os destinos políticos. Política de acaso, política de compadrio, política de expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses, por especulação e corrupção, por privilégio e influência de camarilha, será possível conservar a sua independência? "
                                       Eça de Queiroz, 1867

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

O talento de uma voz

Uma voz que conhece os caminhos dos sons e os percorre com  talento e perfeição. 
Maria João, em "I Lost A Friend",  com os Budda Power Blues , canção  do Álbum "The Blues Experience".
I'D RATHER GO BLIND , pelos  BUDDA POWER BLUES  e  MARIA JOÃO, num espectáculo na Casa Da Música - 2014

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O Mundo em cartoon

The New Yorker daily Cartoon

“Try the other eye, senator

Chapatte Globe Cartoon



HenriCartoon 

Le vignette di IaliaOggi
 

Cravo & Ferradura, DN

Rodrigo, Expresso

domingo, 10 de dezembro de 2017

Ao Domingo Há Música

A caminhada mais longa
É a despedida
Muito breve que seja

A caminhada mais longa
É a despedida

Partiste

Ficou tudo
Por dizer

Quase tudo

Partiste

Como é possível
Interromper
A eternidade?
Alberto de Lacerda



Juntar ao belo poema de Alberto Lacerda  os acordes magníficos da peça de Joaquín Rodrigo é a proposta para este domingo.
Hauser e Petrit Çeku , em Adagio do  Concerto de Aranjuez, de Joaquín Rodrigo.  Acompanham-nos a  Zagreb Philharmonic Orchestra , dirigida por  Elisabeth Fuchs, no Lisinski Concert Hall, em Zagreb, Outubro de 2017.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Ao lume de águas

Madrugada

Há que deixar no mundo as ervas e a tristeza,
e ao lume de águas o rancor da vida.
Levar connosco mortos o desejo
e o senso de existir que penentrando
além dos lodos sob as águas fundas
hão-de ser verdes como a velha esperança
nos prados da amargura já floridos.

Deixar no mundo as árvores erguidas,
e da tremente carne as vãs cavernas
aos outros destinadas e às montanhas
que a neve cobrirá de álgida ausência.
Levar connosco em ossos que resistam
não sabemos o quê da paz tranquila.

E ao lume de águas o rancor da vida.

Madrid, 4 de Setembro 72

Jorge de Sena, Versos e alguma prosa de Jorge de Sena, prefácio
e selecção de textos de Eugénio Lisboa,Co-edição da Arcádia e Moraes,
p. 127

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Uma Carta de Amor

Lettre de Laeticia Hallyday à Johnny Hallyday
Dans la nuit du 5 au 6 décembre 2017 s’est éteint Johnny Hallyday, légende française du rock’n’roll. L’« idole des jeunes » laisse derrière lui une longue carrière remplie de succès et d’excès. Au lendemain de cette nouvelle, sa femme, Laeticia, lui rédige ces quelques mots.

6 décembre 2017

Johnny Hallyday est parti. Jean-Philippe Smet est décédé dans la nuit du 5 décembre 2017. J’écris ces mots sans y croire. Et pourtant, c’est bien cela. Mon homme n’est plus. Il nous quitte cette nuit comme il aura vécu tout au long de sa vie, avec courage et dignité. Jusqu’au dernier instant, il a tenu tête à cette maladie qui le rongeait depuis des mois, nous donnant à tous des leçons de vie extraordinaires.

Le coeur battant si fort dans un corps de rocker qui aura vécu toute une vie sans concession pour la scène, pour son public, pour ceux qui l’adulent et ceux qui l’aiment. Mon homme n’est plus. Le papa de nos deux petites filles, Jade et Joy, est parti. Le papa de Laura et David a fermé ses yeux. Ses yeux bleus qui illumineront encore et encore notre maison, et nos âmes.

Aujourd’hui, par respect et par amour pour cet homme extraordinaire qui fut le mien pendant plus de 22 ans, pour perpétuer sa passion de la vie, des sensations fortes, des émotions sans demi-mesure, nous unissons tous nos prières, et nos coeurs. Nous pensons à lui si fort qu’il restera à jamais à nos cotés, aux cotés de ceux qui l’écoutent, le chantent et le chérissent depuis toujours. Johnny était un homme hors du commun. Il le restera grâce à vous. Surtout, ne l’oubliez pas. Il est et restera avec nous pour toujours. Mon amour, je t’aime tant.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Momento coral


Hymn of the Cherubim de Piotr Illitch Tchaikovsky (25/04/1840 - 25/10/1893), pela orquestra The USSR Ministry Of Culture Chamber Choir, sob a direcção do Maestro  Valery Polyansky. Registo extraído do Álbum Sacred Treasures - Choral Masterworks From Russia - Hearts Of Space - 1998.