A grande tempestade que se abate persistentemente sobre a Europa é aquela que tem gerado desemprego, falta de solidariedade e ausência de rumo entre a pretensa organização que se rotula como União Europeia. Num concurso aberrante entre quem pretende representar esse colectivo que não existe, persiste incompreensível a voz inarmónica de uma chanceler de insípida cultura democrática, coadjuvada por um assíduo subalterno que faz vislumbrar o tempo sujo da guerra quando a traição morava em Vichy . Lançar no ar a hipótese de condiconar a gestão financeira de um país por outrem que lhe é exterior, externo e estranho representa uma iniquidade jamais pensável e muito menos traduzível em proposta. Quem a escuta e lhe dá palco para tal aberração é tão cúmplice quanto ela nesta derrocada caótica em que se encontra a democracia na Europa e a sanidade da falsa União Europeia. Exigir a gestão das contas de um país porque, de crise em crise, se fragilizou e se vê obrigado a mitigar a sobrevivência de cada dia, não pode passar pela usurpação da sua independência , o chão da própria pátria.
Alienar a integridade de um povo e penhorar a liberdade de uma nação serão sempre em qualquer linguagem actos criminosos contra a Humanidade. E se no mundo quase todas as grandes atrocidades foram cometidas por ditadores encobertos de gente e por gentes que apagaram a memória, o tempo de activar todos os alertas vermelhos já chegou.
Alienar a integridade de um povo e penhorar a liberdade de uma nação serão sempre em qualquer linguagem actos criminosos contra a Humanidade. E se no mundo quase todas as grandes atrocidades foram cometidas por ditadores encobertos de gente e por gentes que apagaram a memória, o tempo de activar todos os alertas vermelhos já chegou.
Entretanto , outra tempestade proveniente da vaga de frio do nordeste russo está a gelar a Europa e já levou a um nevão inédito em Istambul em mais de 30 anos com pelo menos 20 centímetros de neve. Mas é mais a norte que os maiores problemas se fazem sentir. Na Polónia 10 pessoas morreram desde o fim de semana por causa do súbito frio que nalgumas regiões chegou aos menos 26 graus centígrados. As autoridades alertaram para a possibilidade de durante a noite as temperaturas chegarem aos menos 30.
Na Ucrânia são já 43 as vítimas mortais. Mais de 500 pessoas recorreram a tratamento contra hipotermia e mais de 17 mil outras procuraram refúgio em abrigos, segundo a comunicação social local.
República Checa, Bulgária, Roménia e Sérvia também fazem parte dos países em que o frio glacial deixou a marca de morte.
Na Rússia, além da perda de vidas humanas a lamentar, o frio extremo está a dificultar os transportes. Na Sibéria foram registados 50 graus negativos, uma temperatura invulgar para a região habituada ao frio intenso. Para Espanha prevê-se a chegada de uma onda de frio intenso que contaminará Portugal, mas com temperaturas menos rigorosas.
Os alertas vermelhos sucedem-se em vários países. Na Roménia, um exemplo de emergência surge dos arredores de Bucareste. Os reclusos de uma prisão local meteram mãos à obra para retirar a neve de um abrigo para cães que corriam o risco de ficar literalmente debaixo de neve. Fonte Euronews

