quinta-feira, 16 de março de 2023

The Dark Side of the Moon: Cinquenta anos e Cinquenta milhões de cópias

Um álbum que marcou uma geração e continua a encantar novas gerações que se rendem ao seu fascínio. Tornou-se um dos ícones musicais dos tempos idos de setenta. Com  reedição melhorada apareceu  posteriormente para , de novo, suscitar a atenção do seu fiel público  e recrutar novo entusiasmo. O espectro da sua influência foi grande. A começar pelas linhas da capa, com um prisma   sobre um fundo negro a projectar cor , obra de Storm Thorgerson,  Hipgnosis e George Hardie, ao conteúdo musical, organizado com meticulosa inspiração , o álbum tinha tudo para se tornar  objecto de culto, na discografia dos Pink Floyd. 
O álbum foi parcialmente desenvolvido durante as apresentações ao vivo, tendo a banda estreado  uma versão inicial no Rainbow Theatre de Londres, vários meses antes do início da gravação. 'The Dark Side of the Moon' é o oitavo álbum de estúdio de Pink Floyd, lançado originalmente nos EUA em 1 de Março e, depois , no Reino Unido em 16 de Março de 1973. O  material foi gravado em 1972 e 1973, no EMI Studios (Abbey Road ) em Londres. 
Completam-se hoje cinquenta anos do seu lançamento. 
The Dark Side of the Moon (O lado sombrio da lua) vendeu mais de 50 milhões de cópias em todo o mundo. Saudemo-lo.


Pink Floyd , em Breath  (in the air) , do álbum 'The Dark Side of the Moon' .
 
Pink Floyd ,  em  Any Colour You Like, do álbum 'The Dark Side of the Moon'  , num espectáculo em  Brighton Dome, em  29.06.1972
     
Pink Floyd , em Us And Them, do  álbum 'The Dark Side of the Moon' .
Pink Floyd, em  The Great Gig In The Sky (PULSE Restored & Re-Edited), do álbum 'The Dark Side of the Moon' .
 

quarta-feira, 15 de março de 2023

Portugal

Portugal 4K , pelos  Scenic  Film  com  Música.
"Portugal é um dos países mais belos  e diversos do mundo. Aproveite este filme de relaxamento em 4K ,de todas as regiões mais bonitas de Portugal. Das ilhas exuberantes dos Açores, aos penhascos da costa do Algarve, as paisagens de Portugal têm tanta beleza e variedade para explorar."

terça-feira, 14 de março de 2023

PENSAMENTO DO DIA


PENSAMENTO DO DIA
(Aviso por causa das coisas)
 
A tirania está sempre melhor organizada do que a liberdade.
                                      Charles Péguy

“Enquanto passamos o nosso tempo a fruir descontraidamente esse tesouro que é a liberdade, o candidato a tirano vai semeando a desordem e o barulho, armando-se e organizando-se até aos dentes, PARA PODER INTERVIR E SALVAR O PAÍS DO CAOS QUE SEMEOU. A liberdade deve organizar-se melhor que o tirano, para poder batê-lo no próprio terreno. A liberdade deve andar à frente do tirano. NÃO DEVE DEIXÁ-LO TORNAR-SE INDISPENSÁVEL OU MESMO INEVITÁVEL. O tirano não é particularmente inteligente, mas é muito manhoso. Saibamos derrotá-lo também nesse terreno. Não deixemos que a tirania se instale, para só então lutarmos contra ela. Nessa altura ela estará armada e a liberdade desarmada. Como recomendava Chesterton, não devemos gritar, só quando já estamos feridos, devemos fazê-lo antes, para fugirmos à possibilidade da ferida. Ataquemos, com vigor, os candidatos a tiranos, para não termos de lutar contra eles quando já forem poder. Que eles saibam que somos um exército bem preparado e bem armado e que lhes conhecemos os pontos fracos – que são muitos e estão bem à vista. A tirania não tem obrigatoriamente de triunfar: podemos atrapalhá-la e destruí-la no ovo.”
Eugénio Lisboa, em 14.03.2023

SONETO

 

SONETO
Modo de usar
 
Use o soneto pra dizer amor.
Use o soneto para odiar.
Use-o também para cozinhar.
Use-o para abanar o torpor.
 
E também serve para limpar nódoa,
quando ela tomba no nosso pano
e ali causa não pequeno dano:
o soneto, serve, então, de antinódoa!
 
O soneto presta-se a ir à guerra,
pra esborrachar as ventas ao tirano
e afocinhá-lo, com força, na terra!
 
Quando o tirano se põe ufano,
então o soneto caga-lhe em cima,
com gosto e porreiríssima rima!
                       14.03.2023
Eugénio Lisboa

A Milanesa

 

Vida Mortal e Imortal da Rapariga de Milão
por Domenico Starnone
3.
“Devo dizer, porém, que mais do que duende destruidor de pesadelos, preferiria ser um poeta encantador que resgata as namoradas da cova dos mortos. Se bem que, naquele momento, não houvesse necessidade. A pequena bailarina equilibrista na balaustrada, em vez de cair e de se estraçalhar toda no chão como acontecera com o meu avô, deu um salto elegante, aterrou na varanda e desapareceu para lá da porta envidraçada, fazendo o coração saltar-me, não pela garganta, mas pelos meus olhos enfeitiçados.
De qualquer modo, comecei a preocupar-me com ela. Receava que, embora não tivesse caído naquela altura, isso lhe acontecesse mais tarde; por isso, o tempo para travarmos conhecimento escasseava. Assim, esperei que ela reaparecesse na varanda e, quando isso aconteceu, levantei a mão para lhe acenar, mas fi-lo vagamente, sem energia, para que não me sentisse humilhado caso ela não me respondesse. De facto, não me respondeu, nem nesse dia, nem no seguinte, nem no outro ainda, fosse porque era objectivamente difícil dar-se conta do meu aceno, fosse porque não queria dar-me essa satisfação. Consequentemente, veio-me a ideia de vigiar a porta do prédio dela. Esperava que a menina saísse sozinha e queria aproveitar essa ocasião para nos tornarmos amigos, falar de tudo e nada num italiano bonito, e depois dizer-lhe: sabes que, se caíres lá em baixo, morres? O meu avô morreu assim. Parecia-me necessário dar-lhe aquela informação, para que pudesse decidir, em plena consciência, se devia, ou não, expor-se ao perigo.
Durante dias e dias, dediquei àquele fim as poucas horas em que, depois da escola e a seguir ao almoço, antes de fazer os deveres, andava pela rua a brincar, à pancada com miúdos bem mais selvagens do que eu, ou ocupando-me com coisas perigosas, como fazer reviravoltas agarrado a umas certas barras de ferro. Mas ela nunca apareceu, nem sozinha, nem com os pais. Evidentemente, tinha outros horários, ou então não tive sorte.
De qualquer forma, não me rendi, andava muito agitado naquele período. Tinha na cabeça tantas palavras e tantas fantasias, e umas e outras eram a respeito da menina. Não que houvesse qualquer coerência, as crianças, segundo me parece, não a têm, é uma doença que se contrai com o crescimento. Recordo-me que queria muitas coisas ao mesmo tempo. Queria, por um golpe de sorte, encontrar o apartamento dela no segundo andar, tocar-lhe à porta e dizer ao pai ou à mãe – melhor à mãe, os pais ainda hoje me assustam –, na língua dos livros que lia graças ao professor Benagosti, que mos emprestava: a vossa querida filha, cara senhora, dança maravilhosamente no parapeito da varanda, e é tão bela que não consigo dormir durante a noite, pensando que pode morrer no passeio a sangrar do nariz e da boca como o meu avô pedreiro. Porém, queria também ficar à janela à espera que a menina voltasse a brincar na varanda, para lhe mostrar que eu também sabia correr perigos de morte, passando da janela da casa de banho para a da cozinha, um passo a seguir ao outro, sem nunca olhar para baixo: uma façanha que já tinha conseguido fazer duas vezes – visto que era fácil, pois as janelitas tinham a balaustrada em comum – e que, se ela me tivesse acenado a sua concordância, teria repetido prontamente uma terceira. Queria, por fim, se chegasse a conseguir falar com ela, dizer-lhe – uma palavra puxa a outra – que me tinha apaixonado pela sua bela alma e que o meu amor seria eterno e que, se ela queria mesmo continuar a dançar sobre o parapeito e cair, então, poderia certamente contar comigo, iria pessoalmente buscá-la ao submundo, sem nunca fazer a asneira de me voltar para olhar para ela. Tornar-me um espião, morrer para me mostrar, resgatá-la da terra dos mortos, não eram contradições na minha cabeça, antes me pareciam momentos distintos de uma mesma aventura em que, de um modo ou de outro, eu fazia sempre uma óptima figura.
Entretanto, não só não consegui contactar a menina, como um longo período de chuva me impediu de a admirar enquanto brincava na varanda. Dediquei-me, então, entre uma chuvada e outra, à busca da cova dos mortos, com a intenção de não me deixar apanhar desprevenido por eventos trágicos. Assim que a minha avó me falara disso, fizera logo algumas tentativas, mas sem perder demasiado tempo. Graças aos livros do professor Benagosti, às revistas aos quadradinhos que me comprava a minha mãe e aos filmes que via no cinema Stadio, tinha uma data de papéis a desempenhar – o cobói, o sem família, o grumete, o náufrago, o caçador, o explorador, o cavaleiro errante, Heitor, Ulisses, o tribuno da plebe, só para mencionar alguns – e, por isso, procurar a entrada para a terra dos mortos passou a ser uma actividade secundária. Porém, com a irrupção da menina na minha vida de aventura, empenhei-me ainda mais e tive sorte.
Uma tarde em que – como dizia nervosa a minha avó – mo chiuvéva, mo schiuvéva, mo schizzichiàva1 e, por isso, não podia afastar-me muito de casa, mas somente dar uma volta com um amigo pelo pátio cheio de nuvens nas poças de água, descobri na terra, depois do grande canteiro das palmeiras, uma pedra rectangular que, se me estendesse em cima dela, era bastante mais comprida do que eu e tinha um cadeado enorme e reluzente de chuva. Vi-a e sobressaltei-me, ficando imediatamente gelado, não só por causa do frio húmido que se sentia, mas também de medo.
– Que se passa? – perguntou-me, assustado, o meu amigo, que se chamava Lello, morava na escada B, e de quem eu gostava porque, se não houvesse outros amigos connosco, falava num italiano que se aproximava um pouco do dos livros.
– Está calado.
– Porquê?
– Os mortos ouvem-te.
– Quais mortos?
– Todos.
– ‘Tás a gozar.
– A sério, estão aqui em baixo. Esta é a pedra por onde, se abrirmos o cadeado e a levantarmos, saem os fantasmas.
– Não acredito.
– Toca no cadeado e vais ver o que acontece.
– Não acontece nada.
– Toca-lhe.
O Lello aproximou-se; eu mantive-me afastado. Ajoelhou-se, tocou no cadeado com muito cuidado e viu-se, de repente, um relâmpago, nunca tinha visto tanto brilho, a que se seguiu um trovejar furibundo. Fugi, ele seguiu-me de perto, cinzento de medo.
– Viste? – perguntei, sem fôlego. – Sim.
– Tu irias comigo, lá abaixo?
– Não.
– Que raio de amigo és tu?
– Está lá um cadeado.
– Rebentamos com ele.
– Não se rebentam, os cadeados.
– Dizes isso porque estás cagado de medo. Se não queres vir, levo uma amiga minha que não tem medo de nada.
Estas últimas palavras foram seguidas por algo que me deixou pasmado. O Lello sorriu com malícia e perguntou:
– A milanesa?
Descobri, naquele momento, que a menina dos meus pensamentos e suspiros era chamada daquela forma obscura – a milanesa – e tinha atraído, além da minha atenção, a de muitos outros colegas meus. E não era só isso. Era do domínio público que, quando estava sol, eu ficava a observá-la da janela como um pateta ou passava muito tempo à porta do prédio dela. A sério?
Fechei-me no meu habiual mutismo, mas primeiro atirei-lhe : vafanculostrunznunmeromperocàzz , quando ninguém parecia capaz de compreender o quão especial eu era e que grandes coisas viria a fazer.”
Domenico Starnone , em Vida Mortal e Imortal da Rapariga de Milão, Guerra&Paz, Janeiro de 2023, pp. 17-21
 
  1. Ora chovia, ora não chovia, ora só chuviscava. (N. de T.)
 

Sobre o Livro e o autor
O romance que redescobre a nostalgia da infância
“Vencedor do prestigiadíssimo Prémio Strega e considerado pela crítica um dos melhores escritores italianos da atualidade, Domenico Starnone tem gerado, entre a imprensa transalpina, uma enorme especulação: será que é ele a figura por detrás da misteriosa Elena Ferrante?
Terá escrito os livros da autora best-seller? Ou será que o fez em parceria com a sua mulher? Apesar da negação de Starnone, o mistério em torno do autor napolitano está longe de estar esclarecido. Certo é que ninguém consegue ficar indiferente ao fascinante poder da palavra de Starnone. No irresistível romance Vida Mortal e Imortal da Rapariga de Milão, que agora chega a Portugal com a chancela da Guerra e Paz, o escritor leva-nos à nostalgia da infância, num périplo de formação e crescimento que visita a morte, o amor, os laços familiares, a língua e o segredo da literatura. Vida Mortal e Imortal da Rapariga de Milão chega à rede livreira nacional numa edição romances de guerra e paz com tradução de Nuno Morais.
Vida Mortal e Imortal da Rapariga de Milão lembra-nos do sem-número de hipóteses e sonhos que só a infância permite. Afinal, quando se é criança pode-se tudo. Neste irresistível livro, Domenico Starnone convida-nos a conhecer Mimí, um menino napolitano que leva os dias a ouvir as histórias fascinantes da sua avó, pouco letrada, mas cheia de sabedoria, enquanto olha o mundo através da janela da cozinha.
E o que vê Mimí? Vê uma menina de cabelos negros que dança sobre o parapeito de um dos andares do prédio em frente. Vê o seu primeiro grande amor. E por esse amor terno e jovem ele está disposto a tudo, desde desafiar o seu amigo Lello para um duelo até ir recuperar a menina bailarina ao reino dos mortos, se preciso for. Porque o destino do amor de infância é não morrer nunca.
Tão afiado como as espadas da imaginação escondidas debaixo da cama, tão precioso como uma jóia de família, em que a descoberta do amor e da morte se perseguem mutuamente, Vida Mortal e Imortal da Rapariga de Milão tem, nas palavras do seu autor, «o objectivo de ressuscitar – pessoas, sentimentos, espaços, palavras – e a ressurreição é algo que, mais do que o futuro, muda o passado.»
Um romance que promete fascinar os leitores, quer pela voz única de um dos melhores escritores da contemporaneidade quer pela poesia das peripécias do pequeno Mimí, Vida Mortal e Imortal da Rapariga de Milão chega à rede livreira nacional no dia 10 de Janeiro, com a chancela da Guerra e Paz Editores e tradução de Nuno Morais. Esta é uma edição romances de guerra e paz, colecção que reúne romances elegantes, intrigantes, extravagantes e sem fronteiras.” e-cultura (www.e-cultura.pt/artigo/30795)
Vida Mortal e Imortal da Rapariga de Milão
Domenico Starnone
Tradução: Nuno Morais
Ficção / Romance
160 páginas · 15x23 
Preço : 15,50 € ( 13,95 €)
Guerra e Paz Editores

segunda-feira, 13 de março de 2023

O gato quer ser visto

Gatos, Frida  Kahlo
O gato quer ser visto
 
A todos os meus gatos anteriormente citados
e também à linda MOON recentemente adquirida!
 
Quando a Ísis olha para mim,
não é com a intenção de me ver:
porque aquilo que ela quer, isso sim,
é ser vista, fingindo estar a ver!
 
Ser visto é o mesmo que não estar morto,
disse o gato antes do Pessoa:
não ver o gato é feio e torto
e, além de ser estúpido, magoa!
 
A beleza do gato quer ser vista,
porque o não vê-la é desperdício!
O gato, porém, não é narcisista,
 
limita-se a ser um pouco patrício.
Não ver o gato é pecado mortal,
o mesmo que achar a nudez sem sal!
                                13.03.2023

Eugénio Lisboa 

Sobre os Óscares 2023


“Ice Merchant, do português João Gonzalez, não venceu o Óscar para Melhor Curta-metragem de Animação, perdendo para “The Boy, The Mole, The Fox and The Ho”. Numa mensagem enviada aos jornalistas, disse: “Não ficámos com o troféu, mas estamos muito felizes”.

"Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo" é o grande vencedor da noite, logo seguido por "A Oeste Nada de Novo"

"Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo" é o grande vencedor da noite, com sete Óscares - incluindo os de Melhor Filme,  Realização e Argumento Original para os "Daniels", mas também Melhor Atriz e os prémios para o ator e atriz secundária.

"A Oeste Nada de Novo" recebeu quatro Óscares, o que é também uma vitória para o filme alemão.

"A Baleia" ganhou dois Óscares, com destaque para o ator Brendan Fraser.

Melhor Filme: "Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo"

Realização: Daniel Kwan e Daniel Scheinert, “Tudo em Todo o Lado ao Mesmo 

Ator: Brendan Fraser, “A Baleia”

Atriz: Michelle Yeoh, “Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo”

Ator Secundário: Ke Huy Quan, “Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo”

Atriz Secudária: Jamie Lee Curtis, “Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo”

Filme Internacional: “A Oeste Nada de Novo” (Alemanha)

Filme de Animação: "Pinóquio de Guillermo del Toro"

Documentário: "Navalny", de Daniel Roher

Argumento Original: The Daniels, "Tudo Em Todo O Lado Ao Mesmo Tempo"

Argumento Adaptado: Sarah Polley, "A Voz das Mulheres"

Banda Sonora Original: Volker Bertelmann, “A Oeste Nada de Novo”

Canção: "Naatu Naatu" (de “RRR”)

Fotografia: James Friend, "A Oeste Nada de Novo" 

Efeitos Visuais: "Avatar"

Montagem: "Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo"

Design de Produção: "A Oeste Nada de Novo"

Som: "Top Gun: Maverick"

Guarda-Roupa: “Black Panther: Wakanda Para Sempre”

Caracterização: "A Baleia"

Curta-Metragem em Live Action: “An Irish Goodbye”

Curta-Metragem de Animação: "The Boy, the Mole, the Fox and the Horse"

Curta-Metragem de Documentário: "The Elephant Whisperers”

(Artigo construído com informação dos Media.)

Gandhi dixit

Mahtama Gandhi ( 1869-1948)
Sempre que tiveres dúvidas
"Sempre que tiveres dúvidas, ou quando o teu eu te pesar em excesso, experimenta o seguinte recurso: lembra-te do rosto do homem mais pobre e mais desamparado que alguma vez tenhas visto e pergunta-te se o passo que pretendes dar lhe vai ser de alguma utilidade. Poderá ganhar alguma coisa com isso? Fará com que recupere o controlo da sua vida e do seu destino? Por outras palavras, conduzirá à autonomia espiritual e física dos milhões de pessoas que morrem de fome? Verás, então, como as tuas dúvidas e o teu eu se desvanecem.

Houve tiranos e assassinos…
E, por um tempo, eles parecem invencíveis…
Mas, no final, sempre caem.
Pense sempre nisto.
Os fortes só o são por um instante, como o sonho de uma tarde que dura apenas um momento.
No final, são sempre destroçados.
São como poeira ao vento. O amor é a força mais subtil do mundo.

Se nos pudéssemos mudar a nós mesmos
Se nos pudéssemos mudar a nós mesmos, as tendências do mundo também mudariam.
À medida que um homem muda a sua própria natureza, também a atitude do mundo em direcção a ele muda.
Este é o mistério divino supremo.
É uma coisa maravilhosa e a fonte da felicidade.
Não precisamos de esperar para ver o que os outros fazem."
Mahtama Gandhi, ( 1869-1948), in 'The Words of Gandhi', Editor: Attenborough, Richard